Comerciantes divergem sobre revitalização
Como disse Nivaldo Benvenho, presidente da Acil, ainda há divergência entre os comerciantes sobre a revitalização da Sergipe. Najila Nabhan, proprietária da Gigante da Sergipe, participa do Programa desde o começo e acha necessário que o projeto saia do papel. Ela enfatiza que a ação é importante para que o consumidor busque o comércio de rua, ainda mais com o ''boom'' dos shoppings que está acontecendo em Londrina. ''Não que o movimento esteja ruim, mas precisamos ter atrativos para o centro da cidade. Teremos um local arborizado, com a rua mais larga, além de iluminação, bancos, lixeiras'', elenca Najila, que está com seu estabelecimento na rua desde 1987.
Ela explica a importância de ver todo este trabalho como investimento e não como despesa para os comerciantes. No quarteirão onde fica alocado a Gigante, é possível notar que é uma das únicas lojas que já está adequada à lei da Cidade Limpa. ''Um vai olhando para as melhorias do outro e vê como fica bom. É um trabalho que vai começar na Sergipe e certamente vai passar para as outras ruas do centro. É um comércio muito importante para Londrina, nesta rua o cliente encontra de tudo'', avalia.
Já Mario Chahine, proprietário da loja A General, está na Sergipe há 42 anos. Ele opina dizendo que as fachadas das lojas não atrapalham ninguém do jeito que estão. ''Há muitas outras coisas para se preocupar mais importantes do que esta reforma. A cidade tem outros problemas mais importantes como a saúde, os buracos nas ruas e a bandidagem''. (V.L)





