Sempre quando vai orientar um cliente inexperiente a investir na Bolsa de Valores, o agente autônomo Rafael Colombo, da Fórmula Investimento, aconselha a compra de ações da Vale ou da Petrobras. ''Esse é sempre o começo. Depois, eles passam a comprar ações dos grandes bancos'', conta. Mas, ao optar pela bolsa, o investidor nunca deve ter pressa. Quem comprou ações das duas gigantes antes da crise, terá prejuízo ou pouquíssimo rendimento se for vendê-las hoje. A valorização acumulada das ações da Petrobras nos últimos 12 meses, segundo Colombo, é de apenas 1,55%. Já o acumulado da Vale, ainda refletindo a crise, continua no negativo: - 11,11%.
A boa notícia, diz o agente, é que a BM&FBovespa vem se recuperando bem neste ano, acumulando 49% de valorização desde janeiro. ''Quando foi aberto o primeiro pregão do ano (em 2 de janeiro), a ação da Petrobras valia R$ 22,79. No final daquele dia, fechou em R$ 24,04. Hoje (quinta-feira), está em R$ 33'', conta.
Até o final do ano, o agente aconselha os investidores mais experientes a investirem em ações de empresas nacionais que não dependem de commodities. ''Como o Brasil está saindo da crise antes dos outros, apostamos nisso'', revela. (N.B.)

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