A Compagas iniciou uma nova etapa de expansão da rede de distribuição de gás canalizado em Londrina, com foco nos mercados residencial e comercial. Ainda em 2026, serão implantados 21 quilômetros de rede, com investimento de R$ 17 milhões. Até 2029, a cidade contará com 33 quilômetros de gasodutos urbanos, ampliando a oferta para diferentes regiões.

Segundo o diretor comercial da Compagas, Luiz Carlos Kuns Passos, o projeto alia desenvolvimento econômico e sustentabilidade. Ele destaca que a expansão da infraestrutura proporciona uma fonte de energia segura e eficiente, reduz a emissão de poluentes e diminui a circulação de caminhões que transportam combustíveis, contribuindo para a mobilidade urbana e a qualidade de vida.

A nova rede atenderá condomínios residenciais, novos empreendimentos, hotéis, hospitais, panificadoras, restaurantes e outros estabelecimentos comerciais que utilizam gás em suas atividades.

As obras são executadas após a obtenção das licenças necessárias e em articulação com a Prefeitura e demais órgãos públicos, buscando minimizar impactos para moradores, comerciantes e motoristas. A maior parte da instalação será feita pelo método não destrutivo, que reduz intervenções nas vias. Após a conclusão, a Compagas realiza a recomposição do pavimento, inicialmente de forma provisória e, depois, definitiva.

Nesta primeira fase, a rede passará por avenidas como Esperanto, Inglaterra, Duque de Caxias e Octávio Genta, além das ruas Paraíba, Benjamin Franklin, Prefeitura Faria Lima e Edwy Taques de Araújo.

A obra mobiliza cerca de 100 trabalhadores, entre empregos diretos e indiretos. Atualmente, a Compagas já abastece duas indústrias da região com biometano por meio de uma rede local. Nas próximas semanas, também deverá conectar um posto de combustíveis voltado ao abastecimento de veículos leves e pesados.

A expansão integra o projeto da companhia para o Norte do Paraná, que abrange Londrina e Maringá e prevê investimentos de R$ 100 milhões até 2029. O plano faz parte do primeiro ciclo tarifário da concessão (2024-2029), que soma R$ 505 milhões em investimentos. Na região, a expectativa é conectar cerca de 3 mil unidades consumidoras dos segmentos residencial e comercial.

O gás natural emite cerca de 11% menos dióxido de carbono que o GLP, enquanto o biometano pode reduzir em até 85% as emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para a descarbonização da matriz energética. (Com assessoria de imprensa)

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