As incertezas sobre a inflação e os juros, por causa da desvalorização do real e da adoção de uma política de câmbio mais livre, tornam as aplicações em CDBs prefixados contra-indicadas, diz Fábio Colombo, diretor de Asset Management do Credibanco. Pelo menos nesse momento.
A alta da inflação pode fazer com que o investidor em papel prefixado tenha o ganho real (acima da inflação) reduzido ou amargue alguma perda. Mesmo que haja elevação das taxas, ela pode ser insuficiente para superar a inflação.
As melhores opções, segundo ele, são os fundos DI, que acompanham a variação dos juros. Mas quem tiver aplicações em CDBs deve aguardar o vencimento dos papéis para fazer o resgate. Os especialistas não recomendam precipitação na troca de posições.

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