São Paulo - O dólar comercial atingiu ontem a menor cotação desde 17 de setembro do ano passado, época da campanha eleitoral.
A moeda recuou 0,3% e terminou o dia a R$ 3,250 na compra e a R$ 3,255 na venda. Durante o dia, variou entre R$ 3,230 (mínima) e R$ 3,280 (máxima).
No final da tarde, o risco-país recuava 3,61% e se aproximava dos 900 pontos, operando com 934 pontos básicos. O C-Bond, principal título da dívida soberana do Brasil, subia 1,15%, para 82,813% do seu valor de face.
Este é o sexto dia consecutivo de otimismo no mercado, devido às boas notícias no Brasil e no exterior. Ontem, por exemplo, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou que a inflação em março na cidade de São Paulo ficou em 0,67%, a menor desde junho no ano passado.
Além disso, o Banco Central conseguiu renovar 100% da sua dívida em contratos de ''swap cambial'' com vencimentos em 1º de abril de 2004, 15 de outubro de 2003, 1º de julho de 2005 e 2 de janeiro de 2008, no total de US$ 921,6 milhões. O sucesso da operação é mais um sinal da confiança dos investidores.
Bolsa - O Ibovespa (principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo) ultrapassou ontem a barreira dos 12 mil pontos, aos 12.006. A Bolsa paulista não ficava acima desse patamar desde 14 de janeiro. A alta de ontem foi de 1,13% e o movimento financeiro ficou em R$ 902,162 milhões.
Os destaques de ontem ficaram por conta das empresas do setor de energia elétrica. Eletrobras ON subiu 11,94% e Eletropaulo PN, 11,33. Também tiveram desempenho positivo os papéis da Cesp PN e Eletrobras PN, altas de 8,33% e 7,14%, respectivamente.

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