Depois de perder várias oportunidades de negócio, os parceiros Sérgio Henrique Ambrósio e Marcos Aurélio Perez, que realizam pequenos reparos, foram até o plantão do Sebrae tentar regularizar a empresa do tipo ''marido de aluguel'', existente há 2 anos. ''Mesmo com indicação, há lugares que não conseguimos trabalhar pela falta de nota fiscal, como nos condomínios. Já perdemos várias oportunidades por este motivo'', conta Ambrósio, que já vislumbra a chance de fazer do ''bico'', seu negócio próprio em período integral.
Já com empresa recém-aberta, o pintor Guilherme Sanches Hipólito também lista os benefícios que irá conseguir com a formalização. ''Além de aumentar as possibilidades de negócios, pois há locais que só contratam com nota fiscal, principalmente os empresariais, penso que o seguro pode me ajudar em alguma situação de doença, ainda mais para mim, que tenho uma filha de apenas 3 anos'', revela.
Diferentemente do ex-patrão, que está há 20 anos no ramo e nunca se regularizou, Hipólito não demorou a se cadastrar no EI. ''Fiquei um ano como ajudante para ele e assim que parti para trabalhar sozinho, já fui atrás de formalizar minha empresa. Foi mais simples do que imaginava. O valor pago também é muito acessível.'' (M.T.)

mockup