Código de barras já facilita a compra da Folha em supermercados
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 16 de março de 1999
Da Redação 
Com o objetivo de ampliar os pontos de venda e de atingir um universo maior de leitores, a Folha de Londrina/Folha do Paraná passa a ser vendida em supermercados utilizando o sistema de códigos de barras. Inicialmente, o jornal passará a ser oferecido nas redes Supermuffato e Viscardi, em Londrina. Como qualquer produto, o consumidor vai passar o jornal pelo caixa do supermercado. Esta inovação só está sendo possível porque desde a semana passada Folha passou a imprimir o código de barras na primeira página. A impressão permite que o jornal seja comprado com maior facilidade, já que a cobrança é feita através de leitura óptica.
O Supermuffato iniciou a comercialização da Folha nos dois supermercados do grupo na cidade na última segunda-feira. O jornal está disponível em pequenas gôndolas instaladas próximas aos caixas. Nas 13 lojas Viscardi, a venda por leitura óptica começa hoje.
Dorico da SilvaGalhardi, do SupermufattoO gerente do Supermuffato, Valdecir dos Santos Galhardi, disse que a venda do jornal é uma serviço a mais prestado aos consumidores. Além disso, o jornal pode ser pago junto com a compra, com cheque ou cartão de crédito, explicou.
Apesar do Viscardi vender a Folha há vários anos, o processo fica mais rápido a partir de agora, conta o diretor comercial da rede, Ademar Vedoato. Para ele, o uso do código de barras traz conforto e segurança para o consumidor e ao supermercadista. Não tem como haver erros no preço já que a operadora de caixa não precisa mais digitar o valor. Também vai ficar mais fácil controlar a quantidade de jornais vendida em cada loja da rede.
A adoção do código de barras pela Folha tem o objetivo de facilitar a compra do jornal também nos demais pontos de vendas, já que as maiores bancas do Estado estão se informatizando. A Folha é o primeiro veículo do Paraná a estampar o código de barras em sua capa.
Arquivo FolhaAdemar Vedoato, do ViscardiO gerente operacional de venda avulsa, Cléger Oussaki, acredita que, com a utilização do código de barras, o jornal se aproximou ainda mais do leitor. Estamos trabalhando para levar o produto a locais com grande aglomeração de pessoas como supermercados e shopping centers. Pretendemos fechar o ano com 450 pontos de venda na cidade, afirma.


