O incentivo a empresas locais não foi a única novidade da política de incentivo da Codel, em 2003. No ano, a companhia investiu na qualificação de desempregados há muito tempo fora do mercado do trabalho. Através da Secretaria de Ação Social, foram identificados possíveis interessados, que se submeteram a teste de aptidão feitos por professores e alunos do curso de Psicologia da Univerisdade Estadual de Londrina (UEL).
Descobertas as preferências de cada um, a Codel encaminhou-os para os cursos. Foram 560 alunos formados ao final do ano. Eles estão qualificados para trabalhar como costureiras, pedreiros, eletricistas, encanadores, jardineiros e açougueiros, entre outros. ''Os da área de construção civil terminaram o curso empregados'', afirmou Gabriel Ribeiro de Campos, presidente da Codel.
Outra iniciativa foi a Feira da Oportunidade, cuja edição especial de Natal se encerrou anteontem no Armazém da Moda. As edições normais são relizadas aos domingos na Rodoviária. O objetivo é divulgar a produção de pequenos empreendedores londrinenses.
Campos lembrou, também, o investimento nos guias de gastronomia urbana, rural e lazer, de hotéis, trilhas e de aventuras disponíveis em Londrina. A idéia é divulgar as opções turísticas da cidade e, assim, fomentar esse setor. Um exemplo bem sucedido são os restaurantes da Warta e Heimtal, que atraem milhares de visitantes. ''São quatro mil lugares disponíveis, mas as pessoas enfrentam filas de uma hora, dependendo do dia. Tem espaço para novos empreendimentos'', analisou.

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