Brasília - O Brasil, que tem o terceiro maior rebanho equino do mundo, com 5,9 milhões de cabeças, atrás da China e do México, vai ter uma Comissão Nacional do Cavalo, para promover o uso do animal e tratar de questões sanitárias. A importância da equídeocultura determinou a criação da comissão, instalada ontem pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que reunirá cerca de 20 associações de criadores de cavalos das mais diversas raças, sob a presidência do vice-presidente da CNA e criador de cavalos da raça manga-larga marchador, Pio Guerra.
As estimativas são que a criação de cavalos empregue diretamente 500 mil pessoas. O rebanho equino do País é composto de diversas raças, o que, na avaliação de Guerra, exige política sanitária diferenciada. ''Temos uma política sanitária única, mas as realidades são diferentes em cada região do País. A política sanitária precisa proteger os rebanhos que tiverem essa necessidade'', afirmou.

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