Clientes confirmam ter mais paciência que os maridos
A professora Guiomar Goeldner Grott, de 53 anos, frequenta o supermercado uma vez por semana. Raramente vai com o marido. Segundo Guiomar, ele só vai de vez em quando. ''Venho sem pressa. Procuro os melhores produtos, escolho marca, preço'', afirma a consumidora, explicando que já fez uma reclamação e foi atendida, inclusive com retorno por telefone em casa. ''Precisei de um produto e eles providenciaram e me avisaram da chegada por telefone. Isso aumentou a credibilidade do mercado. Acho bom para o consumidor. Fez com que eu me tornasse uma cliente fiel.''
Para a costureira autônoma Marilene Carvalho Gonçalves, a ida ao mercado acontece uma vez por mês e sempre sem o marido. ''Ele não tem paciência para vir.'' Ao contrário do marido, Marilene gosta de ir ao supermercado. As compras demoram entre duas e três horas. Ela compara os preços, confere o peso dos produtos, escolhe as marcas, observa todos os detalhes. ''A mulher entende melhor dessas coisas.'' Com a lista de compras na mão, a consumidora afirma que sempre compra além do necessário. ''Tem sempre uma oferta, um produto que interessa e acaba entrando na compra.'' (M.O.)





