Tanto antigo quanto os quiosques da área central, o hábito de alguns consumidores não vai mudar por causa da migração dos negócios. ''Me sinto abençoado. A minha vitamina diária continua perto de mim'', brinca o advogado Manoel Geraldo Toledo Costa, que há 38 anos frequenta um dos quiosques que foi derrubado e reaberto em novo local. ''Tenho escritório no Centro e para mim não vai mudar nada''.
Para a costureira aposentada Nadir Trad, a banca de revista que frequenta há 26 anos ficou ainda mais perto de casa. ''Agora, não preciso tomar chuva porque a banca está dentro da galeria do prédio onde moro'', diz. (G.M.)

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