O economista Renato Pianowski Moraes, professor da Universidade Estadual de Londrina, observa que a relação entre cliente e banco nunca é clara, mas agora com a determinação do Banco Central para padronização pode ser que a coisa melhore em razão da concorrência. Para o economista, o cliente deve fazer uma ''marcação cerrada'' verificando o que realmente está sendo cobrado, até porque, antes havia muitas cobranças sob a rubrica de diversos, muitas siglas. ''Isso vai acabar'', avisa.
Sobre as novas tarifas, já divulgadas pelos bancos desde dezembro do ano passado, Pianowiski acrescenta que o reajuste está muito acima da inflação. ''Quando a inflação foi reduzida, os bancos tinham que tirar seu sustento de algum lugar, ou seja, do cliente''.
O economista sugere ao cliente a utilizar a instituição mais competente, com as menores taxas e, mesmo assim, ''policiar'' para ver o que está sendo cobrado. Utilizar o mínimo possível de ''vantagens'' -elas custam e o banco cobra por elas - e se possível manter só a conta salário e cartão só para débito.(M.L.M)

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