Em 1996, o comerciante André Luis Diehl precisou fazer uma cirurgia gástrica de alto risco e para garantir o amparo financeiro de sua família, comprou uma apólice de seguro de vida individual. ''Tinha minhas filhas pequenas e achei que fazer o seguro era uma necessidade. Na época, também contratei o serviço para os estudos delas'', conta. Desde então, anualmente, Diehl refaz o contrato para ele e a esposa.
Diehl considera que o seguro de vida é uma tranquilidade para a família. ''Não é que minimize a dor, em caso de perda do ente, mas é um auxílio para os que ficam retomarem a vida'', relata. Para ele, assumir estas apólices é sinônimo de prudência. ''É um valor muito insignificante que temos de investir mensalmente e que garante a assistência'', reitera.
Ele conta que ainda neste mês fará uma viagem com a esposa, para a Amazônia, e que se sente mais tranquilo por saber que está assistido com o seguro. ''Não tem como prever os acontecimentos, mas se houver um acidente ou incidente, estamos amparados'', diz.
O comerciante conta que já conscientizou as filhas sobre a importância de ter um seguro de vida e, sempre que tem a oportunidade, aconselha os amigos a fazerem uma apólice. ''Vale a pena fazer este investimento pela família e também para auxiliar em caso de invalidez'', afirma. (A.V.)

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