Segunda maior cidade da província (estado) de Missiones, Puerto Iguazú viu sua economia entrar em decadência no começo em 1991, quando a cotação do peso foi equiparada ao dólar. Assim, a moeda argentina ficou valendo mais que a moeda brasileira, espantando os consumidores de Foz do Iguaçu e outros municípios do Brasil.
Sem os brasileiros, centenas de lojas fecharam as portas, transformando Puerto Iguazú numa cidade ‘‘fantasma’’. O governo federal tentou proteger a economia fronteiriça, restringindo o poder de compra de argentinos em Foz do Iguaçu. As medidas protecionistas pouco ajudaram, limitando a economia ao turismo nas Cataratas do Iguaçu.
Durante a década de 90, empresários viveram de um modesto comércio varejista. Em 1991, a economia era movimentada com vendas de couro, lã, cosméticos e alimentos frios e o Instituto Nacional de Estatística e Censo projetava um aumento da população de 57 mil para 85 mil, em 2000. Atualmente, o número de habitantes está na casa de 35 mil, destes, sete mil estão desempregados (A.P.).

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