A chuva também dissipou as preocupações de produtores de soja e milho. Otmar Hubner, do Deral, comentou que as precipitações trouxeram ''fôlego'' às lavouras, que corriam risco de não germinar por causa da falta de água. Apesar da melhoria, ele afirmou que precisa chover mais para a situação ficar tranquila. ''O solo está muito seco. Além disso, a água evapora por causa do calor.''
O técnico comentou que, graças à falta de chuva, algumas lavouras das regiões Norte e Oeste começarão o ciclo de desenvolvimento com menor potencial produtivo. Isso não significa que haverá prejuízos. Mas se o problema se repetir, aumentam os riscos de quebra.
Em Cambará (22 km ao norte de Jacarezinho), agricultores aproveitaram a chuva para iniciar o plantio de soja. ''A chuva anterior foi insuficiente para a semeadura'', explicou o engenheiro agrônomo Antônio Aparecido de Oliveira, da Cooperativa Integrada no município. Após o plantio, produtores torcem para a ocorrência de novas precipitações em breve. ''Vai ser preciso mais chuva para a soja germinar.''

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