São Paulo - Uma reunião de ministros de 30 países-membros da OMC, considerada crucial para o avanço da Rodada Doha de liberalização do comércio, começa hoje em Dalian, na China. O corte de subsídios e tarifas de importação de produtos agrícolas são alguns dos temas que têm ''travado'' as negociações, que ganharam algum ímpeto após a promessa dos líderes do G8 (grupo dos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia) de cortar os subsídios agrícolas.
O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, participa da miniministerial, que termina amanhã. Segundo Amorim, o objetivo do Brasil é a eliminação de subsídio agrícola dado pelos países ricos aos seus agricultores e a melhoria do acesso de produtos brasileiros no mercado.
Peter Mandelson, comissário do Comércio da União Européia, disse ontem estar animado porque as posições dos países não estão se endurecendo, mas disse que seria difícil traduzir isso em um acordo comercial.
Um dos problemas técnicos enfrentados em Dalian envolve o cálculo dos cortes em tarifas. Seis fórmulas diferentes foram propostas, segundo negociadores.

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