Nova York - O Chile é o grande destaque no ranking. Mereceu até um capítulo à parte no relatório. ''O Chile se sobressai na América Latina. Não tem só a maior competitividade da região, mas também é o país que adotou políticas coerentes nos últimos anos e isso está refletido totalmente nos níveis de crescimento, na redução substancial da pobreza e diversificação das exportações. Aliás, um país que consegue vender mais de US$ 200 milhões por ano de salmão para o Canadá tem de estar fazendo as coisas certas'', afirmou Augusto Lopez-ClarosBrasil, da WEF.
No ranking geral, o Chile ficou em 22º lugar. Era o 28º em 2003. O México, país latino-americano com melhor classificação depois do Chile, ficou em 48º. Entre os fatores que contribuíram para o desempenho do Chile, Lopez-Claros cita a política fiscal bastante cautelosa.
''A dívida pública caiu dramaticamente nos últimos 15 anos, permitindo ao governo gastar mais em educação e infra-estrutura. O ambiente bastante aberto e receptivo da economia chilena para investimentos estrangeiros, refletido nos acordos de comércio com os Estados Unidos e a Europa, e o baixo nível de corrupção e fortalecimento das instituições públicas são outros fatores importantes''.
A Argentina subiu do 78º para o 74º lugar. (A.E.)

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