São Paulo Cheques e DOCs de valor igual ou superior a R$ 5 mil estão mais caros desde quarta-feira, devido à implementação de normas do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) para desestimular seu uso.
As taxas variam de banco para banco. Das instituições pesquisadas pela Folha Online, a taxa mais cara será cobrada pelo BankBoston (0,08%) e a mais barata, pelo Bradesco (0,015% sobre cheque e 0,037% sobre DOC). Caixa Econômica Federal, Itaú e Bradesco são os únicos que cobrarão taxas diferentes para cheques e DOCs, sendo a última sempre superior à primeira.
Em todos os casos, essa taxa será cobrada sobre os cheques emitidos e compensados em banco que não o emissor, e incidirá sobre o valor total do cheque ou do DOC já acrescido de outras taxas em vigor, como a Cobrança Provisória obre Movimentação Financeira (CPMF).
A opção aos pagamentos mais polpudos via cheque ou DOC é a Transferência Eletrônica Disponível (TED), considerada mais rápida, já que transfere o dinheiro no mesmo dia, mais segura e mais barata.
Embora a TED também sofra taxação de CPMF e tenha custos, variando de banco para banco, este é inferior aos DOCs e cheques. Na maior parte dos casos, as TEDs via Internet são mais baratas que as feitas em agências.
Pelas novas normas, o BC passou, ontem, a exigir um depósito prévio diário para a compensação de cheques e DOCs de valorigual ou superior a R$ 5 mil.

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