Cheque especial sofre maior alta
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 29 de julho de 2014
Das agências 
No cheque especial, a taxa de juros subiu de 168,5% em maio para 171,5% no mês passado, segundo o Banco Central (BC). Em 12 meses, as taxas cobradas pela linha mais cara que o consumidor pode acessar subiram 34,7 pontos porcentuais. "É uma modalidade com custos mais elevados, razão pela qual deve ser usada com muita cautela", diz o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel.
Para o crédito pessoal, a taxa total foi de 44,9% em maio para 45,5% em junho. No caso de consignado, a taxa aumentou de 25,5% para 25,6% entre os dois períodos. A exceção foi o crédito para aquisição de veículos por pessoas físicas, onde os juros ficaram estáveis em 23% em junho, na comparação com maio. A taxa média de juros no crédito total, que também inclui as operações direcionadas, caiu de 21,4% para 21,1% no período.
Direcionado
No caso do crédito direcionado, que são empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados basicamente aos setores habitacional, rural e de infraestrutura, a taxa de juros do crédito para as empresas caiu 0,8 ponto percentual, para 7,9% ao ano. No caso das famílias, a redução chegou a 0,2 ponto percentual, com taxa de 7,7% ao ano.
A inadimplência do crédito direcionado ficou estável em 0,5% para as empresas e caiu 0,2 ponto percentual para as famílias, que fechou em 1,7%.


