São Paulo - A necessidade de atender às exigências impostas pela União Européia (UE) para importação da carne bovina brasileira levou o governo federal a aprimorar os processos de rastreabilidade e de certificação existentes no País. O governo criou uma normativa com regras e procedimentos que devem mudar o cenário das empresas certificadoras brasileiras, um setor que gira cerca de R$ 20 milhões por ano. A maior preocupação das certificadoras é de que a normativa não tem data para ser aprovada, o que deixa as empresas cautelosas quanto ao futuro. Uma reunião entre certificadoras e o comitê técnico consultivo do Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina estava marcada para hoje, mas foi adiada, sem data certa para ocorrer, segundo informações do Ministério da Agricultura.

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