O comércio de veículos no Brasil está muito abaixo do que se previa há cerca de cinco anos, quando a expectativa era de as vendas no início dessa década ficarem próximas a 2 milhões de unidades. As previsões não se confirmaram, e a média prevista para este ano não deve passar de 1,6 milhão, o que obriga a rede de distribuidores a buscar alternativas como venda de carros usados e prestação de serviços.
Quem não consegue se manter busca parcerias ou vende a concessão, pois fechar as portas não é tão simples por conta de uma multa que a montadora tem de pagar ao revendedor. O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Hugo Maia, calcula que há cerca de 200 lojas à venda no País.
Segundo a presidente da consultoria Booz Allen, Letícia Costa, em meados dos anos 90 uma concessionária de pequeno porte conseguia sobreviver com venda mensal de 60 carros, média que atualmente passou para 90 unidades.

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