Cerâmica empregou 400 nos anos 40
A antiga Cerâmica Mortari fazia parte da Indústria Mortari, que também englobava uma serraria com o mesmo nome. Na década de 40, a cerâmica fabricava grande parte das telhas que cobriam as residências londrinenses da época. ‘‘E as madeiras com as quais eram construídas as casas também vinham, em boa parte, da serraria da família’’, conta uma das herdeiras do terreno onde deve ser construído o Condor, Raquel Mortari. Aos 70 anos, ela é viúva do pioneiro Gilseno Mortari.
A serraria e a cerâmica foram inauguradas por seu sogro - Amadeu Mortari - que veio de Matão (SP), na década de 30. ‘‘Todos os cinco filhos dele trabalhavam na indústria, que era a maior de Londrina na época, com dez fornos, e empregava 400 pessoas’’, disse Raquel. (C.L.)

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