As centrais sindicais vão protestar contra o racionamento de energia por temer demissões que possam ocorrer por conta da queda na produção. Na terça-feira, a Força Sindical promoverá pela manhã paralisações em várias fábricas de São Paulo. No fim da tarde, a CUT organiza uma passeata na região central da cidade. As paralisações vão ocorrer a partir das 5 horas em 34 empresas como Caloi, Filizola, Bosch, Metal Leve, Lorenzetti e Matarazzo. Deverão durar cerca de duas horas e envolver aproximadamente 25 mil metalúrgicos.
O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo (ligado à Força Sindical), Ramiro de Jesus Pinto disse que várias empresas informaram que pretendem compensar as horas em que as linhas de montagem ficarem paralisadas durante os apagões de energia. ‘‘Não vamos aceitar porque o trabalhador não tem culpa dessa situação.’’

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