Entre os itens mais caros da Ceia de Natal, as carnes e as bebidas vão pesar no bolso do consumidor, com variações de 11,37% e 7,39%, aponta pesquisa realizada no início do mês pelo economista Flávio Oliveira dos Santos, professor do curso de Administração da Faculdade Pitágoras.

''O que vai fazer diferença para o consumidor é comprar antecipado'', avisa o professor Oliveira. De acordo com ele, o aumento dos preços atende a regra geral da oferta e da demanda: com mais gente a procura de produtos e os estoques diminuindo, os preços tendem a subir. Além disso, o consumidor corre o risco de não encontrar mais o que procura. Outra opção é aguardar até a véspera, quando os supermercados fazem a oferta dos produtos que não foram vendidos.

O consumidor sente no bolso que a ceia vai ficar mais cara, segundo a bacharel em Direito Norma Beatriz Capistrano Moreira. Ela espera 10 pessoas para a celebração da data em sua casa. Como estratégias para fazer economia, ela diz que procura comprar, por exemplo, refrigerantes na promoção - em maior quantidade com preços mais acessíveis. ''Mas tem que ter qualidade'', ressalva.

Confira mais informações na matéria da repórter Mie Francine Chiba

mockup