Washington - Parte da carne proveniente da vaca acometida de encefalopatia bovina no estado de Washington chegou a outros quatro estados e a um território americanos, informou ontem domingo um veterinário do Departamento de Agricultura, o doutor Kenneth Petersen. Ele mencionou os estados do Havaí, Idaho, Montana e o território de Guam.
Anteriormente, os funcionários haviam dito que a maior parte dessa carne havia ido para os estados de Washington e Oregon, e que uma parte menor havia chegado à Califórnia e Nevada para ser distribuída aos consumidores.
Petersen enfatizou, no entanto, que os órgãos mais tendentes a conter a enfermidade - o cérebro, a espinha dorsal e o intestino delgado - haviam sido extraídos antes que a vaca infectada fosse distribuída para consumo.
''A carne retirda do mercado representa praticamente um risco nulo para os consumidores'', disse Petersen.
Embora as autoridades federais insistam em que o abastecimento de alimentos é seguro, mandaram retirar do mercado cerca de 4.500 quilos de carne de uma vaca infectada e de outras 19 vacas sacrificadas em 9 de dezembro no abatedouro Vern's Moses Lake Meat Company, sediado junto ao lago Moses, em Washington.
oRIGEM Por sua vez, o chefe veterinário do ministério, Ron DeHaven, disse ontem que continuava a investigação sobre esse primeiro caso de vaca louca. No sabado tinha anunciado que o animal infectado provavelmente tinha sido importado do Canadá.
''Não estamos em desacordo com nossos colegas canadenses a propósito desta informação. Decidimos que era necessário tornar pública essa informação'', declarou DeHaven.
As autoridades sanitárias canadenses apelaram, no sábado, para a prudência, ao avaliar que era preciso esperar os resultados das análises de DNA antes tirar conclusões sobre a origem do animal.
''Até o momento não há provas que confirmem que a vaca é originária do Canadá'', declarou numa coletiva Brian Evans, chefe veterinário da Agência de Inspeção de Alimentos canadense.

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