Canziani: reaproximação com associados
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quinta-feira, 27 de junho de 2002
Metas para a gestão 
A principal, e a mais urgente, é reaproximar a Acil de seus associados. A diretoria não pode continuar tendo a palavra final, sem ouvir a base do comércio, da indústria e da prestação de serviços. Faremos isso através de pesquisas amplas e reuniões frequentes, promovendo a participação de todos. A partir daí, teremos uma Acil coesa, mais vibrante, menos política e voltada exclusivamente para os interesses dos associados, sejam eles pequenos, médios ou grandes empresários.
Comércio central
Trabalharmos em parceria com o Poder Público e, para isso, assumimos, desde já, um grande desafio: se a Prefeitura aceitar liberar R$ 500 mil para a revitalização do Calçadão, nos comprometemos a arranjar mais R$ 250 mil. E vamos cobrar insistentemente dos órgãos competentes segurança, limpeza, iluminação, retirada do lixo a céu aberto e outras coisas que fazem da área central, hoje, uma região abandonada.
Campanha natalina
Temos planos para um campanha para o próximo final de ano e será algo maior que o Londrinatal, uma promoção que recuperou a auto-estima da cidade, trouxe bons resultados para o comércio e acabou abandonada nas últimas gestões da Acil. Vamos primeiro avaliar o que está sendo planejado pela atual diretoria, se é que há algo sendo planejado. Mas posso adiantar que implantaremos a política de qualquer boa administração que se preze, ou seja, planejar programações anuais para todos os eventos.
Flexibilização do horário
Acredito pensar como todo empresário: ela virá com o tempo, queiramos ou não. Já deveríamos ter o horário livre abre quem quer, fecha quem quer. De forma, evidentemente, a não causar nenhum prejuízo ao trabalhador e, ainda por cima, gerando empregos. O benefício da flexibilização do horário não da jornada de trabalho é incontestável, tanto para o empregador quanto para o empregado. É só descobrirmos um denominador comum que todos sairão ganhando.
Camelôs
A Acil pretende se posicionar observando o absoluto interesse dos associados. A lei é para todos; os impostos e as obrigações também. Não é justa a concorrência desigual e desleal. Temos consciência do problema social dos camelôs e, também, da necessidade de que eles saiam da informalidade e dos descaminhos. Precisam, urgentemente, ser orientados a readequar seus comércios.


