Pelo menos 2,5 milhões de trabalhadores com data-base nesse segundo semestre iniciam campanhas salariais dispostos a conquistar reajustes acima da inflação. Os índices anunciados até agora variam de 10% a 20%. O bom desempenho da economia e a perspectiva de crescimento da produção industrial são os principais argumentos nas negociações com os empresários.
‘‘É possível que ocorram muitas greves e manifestações caso as empresas não aceitem negociar nessas bases’’, avisa o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, que fala em nome de 1,7 milhão de trabalhadores com data-base nesse período. Já a CUT representa 840 mil trabalhadores.

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