Lideranças ligadas ao Movimento União Brasil Caminhoneiro (MUBC) pretendem lançar mão de piquetes nas estradas, a partir da meia-noite de hoje, para garantir o início de uma greve nacional que vem sendo articulada nas últimas semanas. O movimento não é consenso na categoria. Mais de 20 entidades, incluindo a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), divulgaram um manifesto contrário à paralisação.

Nas estradas da região, conforme apurou a FOLHA, a maioria dos caminhoneiros diz que vai cruzar os braços, mas nem todos apoiam a pauta de reivindicações do MUBC. Alguns dizem que vão parar com medo de vandalismo.

Uma das principais reivindicações do movimento é a prorrogação por um ano dos efeitos da lei 12.169, que regulamenta a profissão de motorista e obriga a categoria a descansar meia hora a cada quatro horas ao volante e 11 horas ininterruptas entre dois dias de trabalho.

Leia a reportagem completa de Nelson Bortolin em conteúdo exclusivo para assinantes da FOLHA.

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