Curitiba - A fila de caminhões rumo ao Porto de Paranaguá, que durante a semana chegou a ultrapassar 100 quilômetros, no auge da paralisação, normalizou ontem. Ao meio-dia, a fila estava em cinco quilômetros, considerada normal em época de escoamento da safra. A Polícia Rodoviária Federal informou que por volta das 10 horas não havia fila alguma. Porém, caminhões de Londrina, Maringá e Ponta Grossa e de outras partes do País, que aguardavam o fim do impasse entre governo do Estado, operadores, transportadoras e caminhoneiros, chegavam para descarregar no porto. Quarenta e cinco navios ainda aguardavam para carregar.
Alguns caminhoneiros, que já poderiam ter descarregado suas cargas ainda na sexta-feira, permaneciam no porto aguardando o depósito das transportadoras e operadoras referente ao valor das estadias, fixado em R$ 0,40 por tonelada/hora, em acordo fechado durante a semana. O líder da União Brasil Caminhoneiros, Nelson Canãa, garantia ontem que eram pontuais as pendências envolvendo estadias. Segundo ele, todas as empresas são cerca de 50 pagaram algo em torno de R$ 20 milhões em estadias. ''Muitos caminhões tiraram em média R$ 3,5 mil em diárias.

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