Segundo os donos de coworking em Londrina, no interior as pessoas estão muito curiosas, mas ainda um pouco resistentes à ideia de consumo colaborativo. Dois dos espaços em Londrina têm entre 25 e 30 participantes, e uma das empreendedoras estima de um a dois anos para que o negócio se torne autossustentável e mais um ou dois para o payback (lucro).
Em Curitiba, diz Jéssica Rodrigues, a Nex Coworking conseguiu atingir sua capacidade máxima de 100 pessoas em apenas dois meses. ''Aqui (Londrina) ainda é preciso enraizar a cultura de consumo colaborativo. É um desafio e tanto.'' Porém, depois que o conceito ''pegar'', a tendência é que este seja um caminho sem volta, ela continua. Para Jéssica, o coworking também pode ser um aliado de pequenos e novos negócios. (M.F.C.)

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