Calmon de Sá pode ter pena ampliada
Calmon de Sá pode ter pena ampliada Depois da condenação, na terça-feira, pela 2ª Vara da Justiça Federal de Salvador, a quatro anos de prisão, em regime semi-aberto, por crimes fiscais, o ex-banqueiro Ângelo Calmon de Sá pode ter a pena ampliada nos próximos meses, quando a Justiça Federal se pronunciar sobre os outros dez processos em andamento, relacionados com o caso do extinto Banco Econômico. O advogado de Sá, Márcio Thomas Bastos, recorreu da sentença ao Tribunal Regional Federal (TRF), em Brasília, e o antigo dono do Econômico vai esperar o julgamento do recurso em liberdade. No total, a Procuradoria-Geral da República na Bahia está movendo 29 processos contra Sá, mas a maioria ainda está na fase dos inquéritos. Essa enxurrada de ações foi motivada pela intervenção do Banco Central (BC) no Econômico em agosto de 1995. Técnicos do BC estimaram, na época, que o banco baiano provocou um prejuízo de R$ 3,5 bilhões aos cofres do governo.





