A Feira de Imóveis de Londrina encerrou sua 11ª edição no último domingo contabilizando um público estimado de 6 mil visitantes. O movimento foi considerado positivo pelos mais de 30 expositores que participaram do evento, entre construtoras, imobiliárias, incorporadoras, corretores autônomos e agente financeiro.
A gerente do estande da Caixa Econômica Federal na Feira, Fátima Brunello Fuganti, ressaltou que o ticket médio de valor de imóveis negociados ficou em torno de R$ 220 mil, com simulações de até R$ 1 milhão, o que totaliza um volume de R$ 100 milhões prospectados. "Atendemos pessoas de todas as faixas de renda, que estão se movimentando para superar a crise", apontou ela, lembrando que os clientes que realizaram simulações durante a feira terão garantia das condições apresentadas mesmo após o fim do evento.
O presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis de Londrina e Região (Sincil), Marco Antônio Bacarin, considerou que a feira teve um ótimo movimento e ressaltou que o público que compareceu estava focado em encontrar imóveis. "Os estandes ficaram cheios", conta ele, destacando que há muitas pessoas procurando casas e apartamentos para morar. "O momento está bem positivo para o comprador, pois há possibilidade de negociar as condições de venda. Além disso, há ofertas de vários padrões em todas as regiões da cidade", disse.
Sérgio Takao Sato, da Tasa Eventos, destacou que o público está bem qualificado e foi à feira interessado em comprar imóveis, o que resultou em vendas e muitas prospecções, inclusive de imóveis de padrão mais alto. "Organizei as feiras de imóveis em Maringá e Joinville e percebi um movimento parecido", comparou.

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