As médias de preços da gasolina caíram em três municípios paranaenses pesquisados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) na última semana. A queda mais significativa foi em Curitiba, cuja média passou de R$ 1,651 para R$ 1,612. Em 126 postos pesquisados entre os dias 23 e 26 de julho, o valor mínimo da gasolina era R$ 1,53 e, o máximo, R$ 1,699. A diferença de preços entre os postos ficou em R$ 0,043.
Em Foz do Iguaçu, a média de preço diminuiu de R$ 1,763 para R$ 1,749 nos últimos sete dias, nos 18 postos considerados pela ANP. Em Londrina, a redução foi mínima, de R$ 1,77 para R$ 1,769. A gasolina vendida no município continua sendo uma das mais caras do País. No dia 25, o valor mínimo do combustível em 48 postos pesquisados era R$ 1,76 e, o máximo, R$ 1,79.
O levantamento está sendo feito pela empresa paulista Análise e Síntese e divulgado no site da ANP. Os dados são atualizados todas às quintas-feiras e podem ser obtidos no endereço eletrônico www.anp.gov.br.
Nesta semana, a ANP está divulgando uma lista com os nomes dos postos que se recusaram a apresentar notas fiscais de compra da gasolina para os pesquisadores. Segundo a assesssoria de imprensa da Agência, esses postos vão entrar no cronograma de fiscalização da ANP, que pretende investigar se está havendo sonegação fiscal.
Os pesquisadores verificam os preços de compra e de venda dos combustíveis para levantar as margens de lucro dos estabelecimentos.
Em Foz do Iguaçu, apenas um revendedor da Esso se recusou a apresentar a nota. Em Curitiba, 38 postos se negaram a apresentar nota fiscal. Destes, oito são da bandeira Ipiranga, oito da BR, seis da Shell, oito da Esso, um revende produto da Ocidental, um da Fox, um da Texaco e cinco são de ‘‘bandeira branca’’ (podem revender combustível de qualquer distribuidora).
Em Londrina, 31 postos não quiseram mostrar as notas de compra de gasolina, sendo quatro da BR, sete da Shell, cinco da Esso, seis da Ipiranga, um da Texaco, um da Petrosul, um da Petroalcool e seis são de ‘‘bandeira branca’’,

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