Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), Jorge Sukarie, afirma que o consumo de software pirata no Brasil caiu de 90% nos anos 1980 para cerca de 51% nos dias de hoje. Mas isso não quer dizer que estejamos em uma posição privilegiada. "Ainda há muito trabalho a ser feito. Costumo dizer que o combate à pirataria é incansável. Não se pode dar trégua, principalmente em um momento que os materiais (piratas) estão muito bem acabados, e fica difícil identificar o original do pirata."
Sukarie ressalta que a Abes não possui estatísticas sobre os gêneros de softwares mais pirateados, mas a seu ver, softwares relacionado ao entretenimento, como jogos, são um dos mais visados, mesmo que seu custo seja menor que softwares corporativos - por se dirigir ao consumidor final, o apelo pode ser maior. (M.F.C.)

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