Curitiba - O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Emprego e Trabalho também divulgou ontem os dados gerais sobre a flutuação do emprego formal entre janeiro e novembro de 2004 em todas as cidades paranaenses. Em Curitiba, foram criados efetivamente 29,9 mil empregos (diminuindo dos admitidos o número de demitidos no período). As maiores geradoras de emprego foram as ocupações de alimentador de linha de produção, faxineiro, vendedor, auxiliar de escritório e operador de máquinas. Cerca de 72 mil curitibanos estão recebendo seguro-desemprego, num valor médio de R$ 376,43. A taxa de analfabetismo na cidade é de 3%. Oitenta e seis por cento dos curitibanos economicamente ativos estão empregados e recebem em média R$ 1.047,46. A taxa de desemprego é de 14%. Dos que estão ocupados, 54% estão no mercado formal.
Em Londrina, foram efetivamente criadas 7,6 mil vagas no mercado de trabalho. As ocupações com maior destaque este ano foram vendedor, agente de saúde pública, operador de telemarketing, embalador e auxiliar de escritório. Estão recebendo seguro-desemprego 19,3 mil londrinenses, num valor médio de R$ 348,63. A taxa de analfabetismo é de 5,98%. Atualmente, cerca de 86,9% da população economicamente ativa está ocupada e ganha em média R$ 764,36. Dos trabalhadores ocupados, 46,8% estão no mercado formal.
Em Foz do Iguaçu, foram efetivamente criadas 2,3 mil vagas de trabalho. As ocupações privilegiadas foram vendedor, auxiliar de escritório, faxineiro, servente de obras e trabalhador do setor de manutenção. Cerca de 7,4 mil trabalhadores estão recebendo seguro-desemprego no município. A taxa de analfabetismo é de 6,39%. Cerca de 83,2% da população economicamente ativa está empregada e recebe em média R$ 674,36. Dos trabalhadores ocupados, 35,9% estão no mercado formal.
Em Maringá, foram efetivamente criadas 8 mil vagas no mercado de trabalho. Entre as ocupações privilegiadas estão as ligadas ao cultivo de cana-de-açúcar, auxiliar de escritório e costureiro. Cerca de 15,4 mil trabalhadores estão recebendo um seguro-desemprego de R$ 355,53. A taxa de analfabetismo é de 4,47%. Oitenta e oito por cento da população economicamente ativa está ocupada e recebe, em média, R$ 798,95. Cerca de 48,4% dos maringaenses estão no mercado formal de trabalho.(L.P.)

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