As vendas a prazo no comércio de Londrina diminuíram em relação ao mês passado e a 1999, conforme dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) divulgados ontem pela Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil).
Neste mês, o serviço registrou 75.313 consultas contra as 79.348 de outubro deste ano, o que significa uma redução de 5,08%. Em novembro passado, foram registradas 78.633 consultas, representando uma redução de 4,22%.
O Protecheque, que mede as vendas à vista, teve um crescimento de 9,93% em relação a novembro de 1999, passando de 40.684 consultas para 44.724. Em relação a outubro deste ano, quando o Protecheque registrou 44.053 consultas, o incremento foi de 1,52%.
O presidente da Acil, George Hiraiwa, disse que o crescimento da venda à vista é uma tendência que vem sendo confirmada ao longo deste ano no comércio local. ‘‘Hoje, as vendas à vista representam 45% do número de consultas totais do serviço. Os consumidores estão evitando o crediário, preferindo comprar com dinheiro ou cheques pré-datados’’, afirmou. Pelo desempenho da economia, Hiraiwa considera os números de Londrina como positivos.

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