Cacique oficializa nova fábrica
DivulgaçãoNegócio fechadoO governador Lerner com Sérgio Coimbra, da Cacique, o prefeito Belinati e o vice Alex CanzianiA companhia Cacique Café Solúvel oficializou ontem em Curitiba a intenção de construir uma fábrica de café freeze dry em Londrina, ampliando as instalações existentes há 32 anos no município. O protocolo de intenções, que é um primeiro documento para criar o compromisso empresarial, foi assinado ontem por representantes da empresa e pelo governador Jaime Lerner, no Palácio Iguaçu. A Cacique quer investir R$ 28 milhões na fábrica londrinense.
Originário do Paraná, o grupo empresarial pretende iniciar imediatamente as obras da nova unidade. O local já está definido. A empresa vai se instalar no mesmo terreno onde produz café solúvel pelo processo conhecido como spray dry. O barracão industrial vai ocupar 3 mil metros quadrados de área construída. O início da produção está previsto para o segundo semestre de 1999.
A meta da empresa é produzir 2,1 mil toneladas anuais do novo tipo de café, o que representa 10% da atual produção de café solúvel spray dry. Para isso, a Cacique vai precisar de 43 funcionários que serão contratados à medida que o investimento for se consolidando.
O presidente da Cacique, Sérgio Coimbra, disse que o investimento representa a modernização do sistema de produção. O café solúvel feito pelo método freeze dry é mais sofisticado e garante um produto com qualidade superior. Ele tem um preço final ao consumidor 30% mais caro que o solúvel tradicional.
Apenas 5% da produção será vendida para o mercado interno. O restante será exportado. Hoje, a Cacique detém 20% do mercado nacional de café solúvel e 35% das exportações brasileiras do produto.
A atual estrutura da Cacique, que emprega atualmente 800 pessoas, é formada por duas unidades em Londrina, onde produz o café solúvel e embalagens, e uma fábrica em São Paulo, onde produz café torrado e moído. O grupo processsa mil toneladas de café ao ano. A matéria prima é toda comprada dos agricultores paranaenses, que plantam café arábica.





