São Paulo - China, EUA, Japão, Brasil e Alemanha. A sequência dos cinco maiores mercados mundiais de veículos, na ordem, manteve-se inalterada no primeiro semestre deste ano em relação às posições do final de 2012. O levantamento, feito pela consultoria mundial Jato Dynamics, foi divulgado ontem.
Tudo indica que o mercado nacional terminará mais um ano à frente dos alemães, como nos últimos três anos. A diferença das vendas entre os dois países é de pouco mais de 100 mil unidades, mas enquanto lá a situação é de queda - 8% no semestre - o Brasil registra alta de 4,6%.
Embora tenha amargado uma retração de 8%, o Japão ainda não é ameaçado pelas vendas brasileiras. Lá, o volume ficou em 2,685 milhões de unidades, quase 1 milhão acima do registrado no País (1,707 milhão). A comparação é ainda mais desproporcional com os líderes: China (9,3 milhões) e EUA (7,8 milhões). Ambos registraram avanço superior a 7% na primeira metade do ano.
A posição brasileira entre os cinco primeiros é um dos motivos que tem levado montadoras a iniciar operações e ampliar investimentos no País. O outro é a baixa relação habitantes/veículos (5,7), que contrasta, por exemplo, com a situação de EUA e Japão.
A previsão é que os investimentos das montadoras no Brasil superem os R$ 60 bilhões até 2017. Há também quem já enxergue o País à frente do Japão no futuro, quando o volume de vendas deve chegar a 5 milhões.

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