Brasil na rota do comércio de resinas
Brasil na rota do comércio de resinas
O parque petroquímico nacional tem capacidade instalada para a produção de 4,5 milhões de toneladas ao ano de resinas termoplásticas. Como a demanda anual por esses plásticos matérias-primas de embalagens flexíveis e rígidas, peças e componentes de automóveis e eletroeletrônicos, produtos médico-hospitalares etc. beira as 3,3 milhões de toneladas, o Sindicato das Resinas Sintéticas do Estado de São Paulo (Siresp) afirma que não faltarão insumos para a indústria de transformação. Ou seja, a indústria de bens de consumo final e intermediário não precisará importar termoplásticos. Segundo o sindicato dos fornecedores, as cerca de 1,2 milhão de t/ano que não forem consumidas no mercado interno poderão ser exportadas. Mercados receptivos não faltam, a exemplo da China, que se abre mais para o mercado internacional e compra resinas da Coréia do Sul, que pára em março. Isso fará com que o maior consumidor mundial de resinas vá às compras em outros países, inclusive no Brasil. A alta do petróleo, que foi a mais de US$ 30 por barril preço sem precedentes na história, nem na Guerra do Golfo, em 1991 , é uma tentação para os exportadores, admitem os executivos do setor de comércio exterior das companhias petroquímicas.





