Bruxelas Açúcar, frango, carne bovina, castanha-do-pará, café solúvel e bananas são algumas das pendências da agenda comercial brasileira com a União Européia (UE) para 2005, cujo tema principal resume-se ao agronegócio setor responsável por 42% das vendas brasileiras ao exterior. Entre janeiro e novembro de 2004, as vendas para a Europa foram 2,3 vezes maiores do que para os EUA, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O Brasil foi o principal fornecedor da Europa.
Mas o fim das pendências agrícolas em 2005 está vinculado às negociações multilaterais da Rodada Doha e ao processo birregional Mercosul-UE. Dentre elas, o açúcar é a verdadeira pérola não consta da reforma da Política Agrícola Comum (PAC) e está de fora da oferta européia dentro do acordo birregional. O que o Mercosul recebeu e não se contentou com a cota de 1,26 bilhão de litros para o etanol.
O próximo capítulo é a expectativa da implementação da decisão favorável da OMC ao Brasil e à Austrália contra os subsídios dados pela UE aos produtores de açúcar. De acordo com o setor privado, o Brasil perde cerca de US$ 400 milhões por ano por conta da política européia para o produto.

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