Um mês depois dos atentados terroristas aos Estados Unidos, a Nasdaq exibiu uma vitalidade invejável. Subiu 4,63%, para 1.701,48 pontos, e zerou as perdas ocorridas na esteira do terror - em 10 de setembro, o índice dessa bolsa eletrônica havia fechado em 1.695,38 pontos. O índice Dow Jones fechou em alta de 1,83%, em 9.410,4 pontos, ainda 195,1 pontos abaixo do nível de há um mês. Mas a Bovespa tem uma tarefa mais árdua à frente, porque abriu em 11 de setembro e despencou 9,17%. Ontem, o índice da carteira teórica paulista subiu 3,08%, para 10.784 pontos, 1.138 pontos abaixo do patamar pré-ataque (11.922 pontos).
O mercado cambial brasileiro encerrou a semana em alta, pelo segundo dia consecutivo. O dólar comercial fechou vendido a R$ 2,782, com avanço de 0,36%, que ampliou a rentabilidade acumulada frente o real neste mês para 4,16% e, neste ano, para 42,59%. Segundo operadores, houve fraca procura de moeda para hedge, porque a maioria dos investidores já está posicionada ou se antecipou na compra anteontem, para não correr riscos durante o feriadão.
No mercado à vista, o dólar comercial oscilou 0,58%, entre a mínima de R$ 2,77 (-0,07%) e a máxima de R$ 2,786 (+0,51%). O giro financeiro no D+2 pronto somou US$ 1,020 bilhão, ante US$ 1,353 bilhão contabilizado ontem.

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