Os produtores de borracha vão propor um substitutivo ao projeto de lei que altera a política do setor, enviado pelo governo ao Congresso no começo de maio. A principal reivindicação dos empresários é que o preço de referência da borracha seja transformado em preço mínimo e, dessa forma, o cultivo de seringueiras passe a ser tratado definitivamente como atividade agrícola.
O benefício valeria por oito anos, seria reduzido gradualmente a partir do quarto (20% ao ano) e demandaria recursos de R$ 28 milhões. No substitutivo, os produtores pedem que o valor da subvenção seja de R$ 0,95, mais ou menos a diferença atual do preço da borracha no mercado interno (R$ 2,58 o quilo), em comparação com o internacional (R$ 1,60).

mockup