Bolsas voltam a cair na América Latina e na Ásia
As Bolsas brasileiras voltaram a fechar em queda ontem. A Bovespa recuou 1,39% e a Bolsa do Rio, 1,71%. Entre as Bolsas latino-americanas, a de Caracas fechou com alta residual de 0,04%, com aparente redução do temor de uma desvalorização do bolívar, a moeda venezuelana; a de Buenos Aires, de 0,45%; e a da Cidade do México, estável em relação à sexta-feira. Já a Bolsa de Nova York fechou ontem com uma alta modesta, de 0,39%, depois de ensaiar várias vezes um avanço mais expressivo. O índice Dow Jones chegou a subir 86 pontos na máxima e por três vezes foram acionados os mecanismos que desaceleram as ordens de compra por computador, quando a alta do Dow alcança 50 pontos (eles são desativados cada vez que a alta se reduz a menos de 25 pontos).
A Bolsa de Londres fechou com o índice FT-100 em alta de 76,7 pontos (1,40%), em 5,553,7 pontos (máxima do dia). O volume ficou em 575,9 milhões de ações negociadas. Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 recuou 6,25 pontos (0,16%) e fechou em 3.973,43 pontos. O volume ficou em 9,7 bilhões de francos. Durante o pregão, o CAC oscilou várias vezes entre os territórios positivo e negativo, com a persistente incerteza quanto à Rússia e outros mercados emergentes.
As ações russas fecharam em alta ontem, em pregão de pouco volume e sem participação de investidores estrangeiros. O índice RTS avançou 4,64 pontos (5,68%), para fechar em 86,4 pontos. O volume ficou em US$ 4,5 milhões, de US$ 4,0 milhões na sexta-feira.
A Bolsa de Hong Kong fechou em alta de 4,2% com forte atuação do governo na compra de ações. Depois de operar em baixa durante quase todo o dia, o mercado inverteu sua oscilação e registrou a maior parte dos ganhos nos últimos 20 minutos de pregão. O volume foi o maior dos últimos cinco meses e quase o dobro do registrado na sexta-feira. Entre as bolsas asiáticas, o destaque de baixa foi a Indonésia, que caiu 4,58%, seguida por -3,54% em Taiwan, -2,41% na Tailândia, -1,70% em Cingpura, -2,12% na Malásia e -0,06% na Coréia do Sul.
A Bolsa de Tóquio fechou em baixa de 2,03%, seguindo as quedas nos mercados internacionais e em meio a preocupações de que o debate sobre a concessão de fundos públicos para o crédito de longo prazo do Banco do Japão (central) possa atrasar a aprovação dos projetos necessários para estabilizar o sistema financeiro.





