As Bolsas de Valores asiáticas e européias seguiram tendência inversa à dos mercados nova-iorquino e brasileiro. Desta vez, as primeiras fecharam com valorização enquanto a Bolsa de São Paulo andou novamente no mesmo compasso da Bolsa de Nova York e fechou com baixa de 1,63%, depois de sustentar uma alta de 2,70% nos negócios da manhã, pressionada também pelos rumores de queda do presidente Fernando Henrique Cardoso e de avanço do candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas eleitorais. O índice Dow Jones, da Bolsa nova-iorquina, recuou 45,06 pontos, equivalente a uma desvalorização de 0,58%.
A disparidade de tendências não ficou limitada aos diferentes mercados. O pregão da Bolsa paulista também apontou trajetória declinante entre as blue chips. De um lado, em baixa, esteve a ação preferencial nominativa (PN) da Telebrás e, de outros, os demais papéis de primeira linha. O lote de mil ações da Telebrás PN recuou 4,04%, cotado por R$ 85,50.
Além da valorização das Bolsas asiáticas, a maior delas de 12,14% da Malásia, todas as principais Bolsas européias fecharam os pregões em alta: a de Frankfurt subiu 3,73%; a de Paris, 2,29%; e a de Londres, 1,29%. O pregão nas Bolsas européias coincidiram com o período de alta da Bolsa de Nova York, passou a traçar curva declinante nos momentos finais de negócio.
Entre os mercados latino-americanos, a Bolsa da Cidade do México avançou 6,24% e a de Buenos Aires, 0,10%.

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