As Bolsas de Valores fecharam junho com a melhor rentabilidade, mais uma vez, com ampla vantagem sobre as demais aplicações financeiras. A de São Paulo acumulou valorização nominal de 10,78% e a do Rio de Janeiro, de 12,48%. O investimento em ações também lidera com folga o ranking das aplicações em 1997: no primeiro semestre, de janeiro a junho, a Bolsa paulista subiu 78,51% e a carioca, 71,74%.
Todas as aplicações de renda fixa, à exceção dos fundos de curto prazo, renderam acima da inflação de 0,74%, em junho, medida pelo IGP-M, da Fundação Getúlio Vargas. O rendimento líquido dos CDBs para quantias superiores a R$ 100 mil foi de 1,36%. Os fundos de 60 dias ficaram logo atrás, com rentabilidade de 1,26%. A caderneta de poupança rendeu 1,15% no período. Dólar paralelo e ouro foram más opções. Os preços da moeda americana não apresentaram variação. O ouro teve queda de 1,68%.

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