Bolsas contrariam tendência mundial e caem no Brasil
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sexta-feira, 21 de novembro de 1997
Das agências 
Os mercados futuros de juros e dólar refletiram otimismo dos investidores diante da decisão do governo de começar a reduzir o juro básico já no próximo mês. A maioria dos analistas acreditava que essa redução só viria mais tarde. Na contramão dos demais mercados financeiros brasileiros, a Bolsa de Valores de São Paulo fechou em baixa de 1,53%. A Bolsa do Rio caiu menos: 0,27%. As Bolsas no Brasil não entraram em sintonia com as Bolsas de outros países. Nova York subiu 1,32%; Londres, 1,62%; Tóquio, 2,94%; e Argentina, 1,05%. A explicação encontrada para a queda da Bolsa foi a realização de lucros, já que desde o último dia 13 o Ibovespa já acumula valorização de 17%. Telebrás PN caiu mais que o Ibovespa. Fechou em baixa de 2,18%.
Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 avançou 30,63 pontos (1,10%), para fechar em 2.821,19 pontos. O sentimento do mercado tornou-se mais positivo, devido à alta em Tóquio e ao avanço de Nova York. O índice DAX-30, da Bolsa de Frankfurt, fechou em alta de 81,12 pontos (2,12%), em 3.915,94 pontos. As ações foram beneficiadas pela nova alta do dólar frente ao marco.
Em Hong Kong, as ações terminaram o pregão em baixa de 1,02% pelo terceiro dia seguido ontem porque os investidores permaneceram preocupados com a turbulência financeira sul-coreana.


