Bolsa reage e lidera ranking de junho com o 'black'
Agência Folha
A Bolsa de Valores de São Paulo reagiu ontem com a decisão do banco central americano de subir os juros em 0,25% mas com tendência de estabilidade nas taxas (leia na página 2) e conseguiu fechar o mês na dianteira do ranking das aplicações em junho, ao lado do dólar paralelo. O Ibovespa subiu 2,17% ontem e 4,84% no mês. No primeiro semestre a valorização foi de 71,37% em reais e 18,49% em dólar, quase igual à do Dow Jones (19,49%).
O dólar black avançou 4,90% em junho, mas, se comparados os preços de venda lá atrás com o de compra (pelo cambista) ontem, o ganho terá sido menor, de 3,17%. O dólar comercial teve alta de 1,98% no mês.
Na renda fixa, a liderança foi do CBD prefixado de grande investidor, que consegue taxa de mesa (e não de agência), com 1,64% bruto e 1,31% líquido, como o CDI (juro interbancário). Na média, o CDB pré rendeu 1,26% líquido. Os fundos de 60 dias renderam em média 1,22% líquido, e os de 30 dias, 1,16%, sempre sem computar IOF ou CPMF. A poupança deu 0,8124% em junho, contra uma inflação (IGP-M) de 0,36%.
No ano, o CDI, parâmetro das aplicações, acumula 14,50% brutos ou 11,46% líquidos. O IGP-M, devido aos efeitos da máxi sobre preços no atacado, alcançou 8,28%.





