France PresseInstabilidadeOperador da Bolsa Rio - que fechou em queda -, reage com desânimo ao movimento de ontem: cotações oscilaram entre a crise nos mercados asiáticos e a recuperação de Wall StreetAs bolsas de valores brasileiras passaram o dia ontem oscilando entre a queda generalizada dos mercados asiáticos e a volatilidade de Wall Street. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) encerrou o dia com alta de 1,19%, mas com fortes oscilações durante todo o dia.
Às 11h33, meia hora após a abertura do pregão, por exemplo, o Ibovespa tinha despencado 7,18%. Nessa altura a Bolsa de Nova York ainda não havia começado a operar e o mercado se movia unicamente em função do anúncio da quebra do Peregrine Investiment, banco de investimentos de Hong Kong, e de suas consequências sobre as Bolsas asiáticas.
Até o meio da tarde, durante o tempo em que o Dow Jones indicava fortes baixas - o índice de Wall Street abriu em queda de 1,7% e permaneceu em baixa durante a maior parte do pregão -, o Ibovespa oscilou entre quedas de 6,8% e 3%.
Depois das 16h, a Bolsa de Nova York deu sinais de recuperação, sem um motivo especial, a não ser o fato de que o preço das ações tinha recuado muito e a volatilidade do mercado era um bom ambiente para especulação. A Bolsa de São Paulo acabou entrando no ritmo de Nova York e operando em alta até seu fechamento.
Na Bolsa do Rio, o I-Senn (Indice do Sistema Eletrônico de Negociação Nacional) fechou em baixa de 1,7% e o IBV, de 2,1%. O I-Senn registrou 33.952 pontos e o IBV, 33.945 pontos. O volume financeiro foi de R$ 12,580 milhões.

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