As Bolsas voltaram a liderar o ranking das aplicações financeiras. Tomando por indicador o Indice Bovespa, a alta em abril chegou a 6,11%, acumulando 67,31% no ano. Em outros segmentos da renda variável o desempenho foi bem pior. O dólar comercial recuou 2,97%, e o paralelo, 4,44%. O ouro teve desvalorização de 0,95%, ajudado pela recuperação dos preços internacionais.
Os CDBs prefixados de megainvestidor lideraram na renda fixa. CDB com taxa ajustada para 19 dias úteis dá 2,31% brutos e 1,85% líquido, sem considerar o IOF de 0,38%. O rendimento dos FIFs (Fundos de Investimento Financeiro) varia muito, mas, na média, os de 60 dias registraram 1,73% líquido, e os de 30 dias, 1,64%.
O desempenho foi bem melhor que o da poupança, que rendeu 1,1122%, mas é bom lembrar que a caderneta é isenta do IOF. No cálculo dos fundos esse imposto não foi considerado.
Todas as aplicações possibilitaram ganho real sobre o IGP-M, cuja taxa caiu para apenas 0,71% em abril. Em fevereiro e março, como efeito da maxidesvalorização do real, o IGP-M tinha sido bem maior. Se o cálculo for feito sobre o IPC da Fipe, que deve fechar o mês em 0,50%, o ganho sobre a inflação cresce.

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