Bens duráveis puxam retração
O faturamento do varejo de bens duráveis puxou para baixo o resultado do comércio em Londrina. O pior desempenho foi o das lojas de móveis e decorações (-20,73%), seguido pelo de autopeças (-18,85% e de concessionárias de veículos (-14,94%), sempre na comparação entre os números do ano passado e os de 2014, de acordo com a Pesquisa Conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio), divulgada ontem.
O único segmento com resultado positivo foi o farmacêutico, com alta de 2,85%. "É algo bastante lógico em crises, porque, na falta de dinheiro, o consumidor privilegia o gasto essencial, como supermercados e farmácias, e deixa de lado os bens de maior valor agregado, como móveis e veículos", diz o diretor de Planejamento e Gestão da Fecomércio, Rodrigo Rosalem. As vendas de alimentos, no entanto, também registraram retração, de 2,24% no ano passado. (F.G.)





